Não há nada mais sofisticado, sublime, equilibrado, belo, inebriante,
encantador, etiquetado, high society... do balacobaco como os gestos simples.
Como aqueles carinhos sem querer. Naqueles dias que você meio virado,
meio brigado, meio entediado, se esquece e se aconchega na companheira...
E como isso faz falta. A ponto de te acordar no meio da noite, sem ter
em quem entrelaçar as pernas.
Ou como você simplesmente passa, sem esperar, ou até mesmo chega
sem o menor afeto na cabeça e é recebido com um sorriso e uma
voz aveludada.
Ou aquele amigo que mesmo longe, ou simplesmente sem te tocar,
te abraça com as palavras. Até com o simples silêncio.
O pior, fazemos e não nos damos conta:
tente não sorrir agora...
tente não ouvir música hoje...
aliás, nem tente...
sábado, 19 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Mundo velho
Segui a trilha
daquele que se deixa levar
que seguia a dançar
para encontrar a ilha
ilha dos loucos
onde ainda se podia navegar
sem leme
podia dançar
só de chapéu
podia gritar
com a voz que nunca treme
Mas quando chegar
venha me contar
enquanto não
fico com um negro véu
ralentando meu coração
Gustavo Ruzene Ramos
daquele que se deixa levar
que seguia a dançar
para encontrar a ilha
ilha dos loucos
onde ainda se podia navegar
sem leme
podia dançar
só de chapéu
podia gritar
com a voz que nunca treme
Mas quando chegar
venha me contar
enquanto não
fico com um negro véu
ralentando meu coração
Gustavo Ruzene Ramos
sábado, 29 de agosto de 2009
Omen Ravens Cowards
domingo, 23 de agosto de 2009
Sem conciência...por pura maldade.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Solidão bem acompanhada
Como é bom se sentir sozinho
num bom aconchego
embebedar em um colo quentinho
sentir junto do ardor do alcool
o calor do carinho
E a hora que quiser
abrir as pernas
para quem vier
Porque no fundo
o que importa
não é o valor da companhia
mas mesmo que a cada dia
seja novamente trocado
é sempre estar acompanhado
Gustavo Ruzene Ramos
ps:meus companheiros que nao me entendam errado...
num bom aconchego
embebedar em um colo quentinho
sentir junto do ardor do alcool
o calor do carinho
E a hora que quiser
abrir as pernas
para quem vier
Porque no fundo
o que importa
não é o valor da companhia
mas mesmo que a cada dia
seja novamente trocado
é sempre estar acompanhado
Gustavo Ruzene Ramos
ps:meus companheiros que nao me entendam errado...
Renascendo
Depois de inúmeros finais
alguns suicídios e tanta morte
eu volto...para reviver
Essas marcas e sinais
todos largados à própria sorte
sem nada mais que pudessem ler
Revivendo cada marca
removendo as teias de aranha
abrindo feridas
e o sangue ja coagulado
mas em um novo rumo
nova barca
sem manha
mas desde ja embebedado...
alguns suicídios e tanta morte
eu volto...para reviver
Essas marcas e sinais
todos largados à própria sorte
sem nada mais que pudessem ler
Revivendo cada marca
removendo as teias de aranha
abrindo feridas
e o sangue ja coagulado
mas em um novo rumo
nova barca
sem manha
mas desde ja embebedado...
terça-feira, 9 de junho de 2009
Consolos do fracasso
Tentei
Mas não queria
Se quisesse
Faria!
Dentre as coisas que sei
Sei que a gente enlouquece
Mas nunca se esquece
De que no fundo
Eu simplesmente
Tentei
Gustavo Ruzzene Ramos
Mas não queria
Se quisesse
Faria!
Dentre as coisas que sei
Sei que a gente enlouquece
Mas nunca se esquece
De que no fundo
Eu simplesmente
Tentei
Gustavo Ruzzene Ramos
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Ave de fogo
E vai trilhando a ave de fogo
fogo do espírito
espírito do povo
Povo que não voa,
rasteja e cava
esbraveja mas exala
o perfume da brasa
do sol escaldado
mártir sem pecado
que não merece
mas compadece
povo que não tem casa
E vai trilhando junto do fogo
fogo da tocha
esperança do povo
Vivendo em exílio
eterno exílio
busca seu lugar
na selva,
entre onças e concretos
arrastando a família
sabendo...que não tem para onde voltar
Ave ardente do sol de fogo
escalda, queima e embrasa,
renasce o povo
Terra...
Brasa...
Guerra...
Povo...
Sem asa...
Gustavo Ruzene Ramos
Minha primeira letra de música. Começou com a idéia de uma poesia,
mas eu fiz a besteira de cantá-la...
fogo do espírito
espírito do povo
Povo que não voa,
rasteja e cava
esbraveja mas exala
o perfume da brasa
do sol escaldado
mártir sem pecado
que não merece
mas compadece
povo que não tem casa
E vai trilhando junto do fogo
fogo da tocha
esperança do povo
Vivendo em exílio
eterno exílio
busca seu lugar
na selva,
entre onças e concretos
arrastando a família
sabendo...que não tem para onde voltar
Ave ardente do sol de fogo
escalda, queima e embrasa,
renasce o povo
Terra...
Brasa...
Guerra...
Povo...
Sem asa...
Gustavo Ruzene Ramos
Minha primeira letra de música. Começou com a idéia de uma poesia,
mas eu fiz a besteira de cantá-la...
sábado, 9 de maio de 2009
Momento Pequenos poemas
Sobrevivência
É a vida
que escolhi pra mim:
rasgada,
ensanguentada,
furada
e partida...
Mas vivendo
(essa vida) vou percebendo...
como sobreviver é ruim.
Gustavo Ruzene Ramos
Como se a culpa fosse minha
Se eu te amasse mais
se me fizesse tão bem
se eu conseguir só de você gostar
se eu tivesse força para largar meus pais
se você acreditasse também
se você me encarasse
frente à frente
face à face
eu jamais diria SE
Sara Ruzene Ramos
Quanto a pedra do meio do caminho
Então sem pensar
atirei a pedra para o ar
bem la para frente
porque agora
so quero descansar
não deixar nada para de repente
simplesmente porque as vezes
so nos resta 'fazer hora'
Gustavo Ruzene Ramos
É a vida
que escolhi pra mim:
rasgada,
ensanguentada,
furada
e partida...
Mas vivendo
(essa vida) vou percebendo...
como sobreviver é ruim.
Gustavo Ruzene Ramos
Como se a culpa fosse minha
Se eu te amasse mais
se me fizesse tão bem
se eu conseguir só de você gostar
se eu tivesse força para largar meus pais
se você acreditasse também
se você me encarasse
frente à frente
face à face
eu jamais diria SE
Sara Ruzene Ramos
Quanto a pedra do meio do caminho
Então sem pensar
atirei a pedra para o ar
bem la para frente
porque agora
so quero descansar
não deixar nada para de repente
simplesmente porque as vezes
so nos resta 'fazer hora'
Gustavo Ruzene Ramos
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Revelando a outra face
Esses dias...parei para reler todos meus poemas...
então percebi que variavam em dois vértices...
sensualidade e subjetivismo...
e para separar tudo isso...resolvi criar um pseudônimo...
Isto é um pouquinho de "Sara Ruzzene Ramos":
*mulher
*eternos 19 anos
*desprendida
*boemia
*vaidosa
*fogosa
o resto...com o tempo vocês descobrem...
"O repente do lobisomem
não tem bicho mais egoísta
dentre seus defeitos
é fácil fazer uma enorme lista
perdidos nos eleitos
tão simples entender uma mulher
não imagino como se convencer
de que fazendo (ALGUMA VEZ) o que ela quer
alguma vai te querer
Enquanto a gente bebe e pira
por varias horas a esmo,
por fim não compensa, acaba dando no mesmo,
porque o que sobra de homem,
vira...
vira vira lobisomem
vira vira...
Sara Ruzzene Ramos"
então percebi que variavam em dois vértices...
sensualidade e subjetivismo...
e para separar tudo isso...resolvi criar um pseudônimo...
Isto é um pouquinho de "Sara Ruzzene Ramos":
*mulher
*eternos 19 anos
*desprendida
*boemia
*vaidosa
*fogosa
o resto...com o tempo vocês descobrem...
"O repente do lobisomem
não tem bicho mais egoísta
dentre seus defeitos
é fácil fazer uma enorme lista
perdidos nos eleitos
tão simples entender uma mulher
não imagino como se convencer
de que fazendo (ALGUMA VEZ) o que ela quer
alguma vai te querer
Enquanto a gente bebe e pira
por varias horas a esmo,
por fim não compensa, acaba dando no mesmo,
porque o que sobra de homem,
vira...
vira vira lobisomem
vira vira...
Sara Ruzzene Ramos"
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