sábado, 29 de agosto de 2009

Omen Ravens Cowards



Kill me
afect me
be awake to see
the monsters
the flood
of the blood
blood of the flower
in rest in the tower

When the fingers
caress the birds
the black cowards
will come to fly
hunting any soul
of the any warrior
with no life
to die

Gustavo Ruzene Ramos

domingo, 23 de agosto de 2009

Sem conciência...por pura maldade.



De volta...
eu danço sobre o caldeirão
uma dança macabra
caldeirão que ferve seu sangue
sangue que ferve no caldeirão

Revolta...
trapaça e maldição
para que nunca se abra
varrendo seu sangue
envenenando seu coração!




Gustavo Ruzene Ramos

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Solidão bem acompanhada

Como é bom se sentir sozinho
num bom aconchego
embebedar em um colo quentinho
sentir junto do ardor do alcool
o calor do carinho
E a hora que quiser
abrir as pernas
para quem vier

Porque no fundo
o que importa
não é o valor da companhia
mas mesmo que a cada dia
seja novamente trocado
é sempre estar acompanhado


Gustavo Ruzene Ramos



ps:meus companheiros que nao me entendam errado...

Renascendo

Depois de inúmeros finais
alguns suicídios e tanta morte
eu volto...para reviver

Essas marcas e sinais
todos largados à própria sorte
sem nada mais que pudessem ler

Revivendo cada marca
removendo as teias de aranha
abrindo feridas
e o sangue ja coagulado
mas em um novo rumo
nova barca
sem manha
mas desde ja embebedado...

terça-feira, 9 de junho de 2009

Consolos do fracasso

Tentei
Mas não queria
Se quisesse
Faria!
Dentre as coisas que sei
Sei que a gente enlouquece
Mas nunca se esquece
De que no fundo
Eu simplesmente
Tentei


Gustavo Ruzzene Ramos

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Ave de fogo

E vai trilhando a ave de fogo
fogo do espírito
espírito do povo

Povo que não voa,
rasteja e cava
esbraveja mas exala
o perfume da brasa
do sol escaldado
mártir sem pecado
que não merece
mas compadece
povo que não tem casa

E vai trilhando junto do fogo
fogo da tocha
esperança do povo

Vivendo em exílio
eterno exílio
busca seu lugar
na selva,
entre onças e concretos
arrastando a família
sabendo...que não tem para onde voltar

Ave ardente do sol de fogo
escalda, queima e embrasa,
renasce o povo

Terra...
Brasa...
Guerra...
Povo...
Sem asa...


Gustavo Ruzene Ramos


Minha primeira letra de música. Começou com a idéia de uma poesia,
mas eu fiz a besteira de cantá-la...

sábado, 9 de maio de 2009

Momento Pequenos poemas

Sobrevivência

É a vida
que escolhi pra mim:
rasgada,
ensanguentada,
furada
e partida...
Mas vivendo
(essa vida) vou percebendo...
como sobreviver é ruim.

Gustavo Ruzene Ramos



Como se a culpa fosse minha

Se eu te amasse mais
se me fizesse tão bem
se eu conseguir só de você gostar
se eu tivesse força para largar meus pais
se você acreditasse também
se você me encarasse
frente à frente
face à face
eu jamais diria SE

Sara Ruzene Ramos




Quanto a pedra do meio do caminho

Então sem pensar
atirei a pedra para o ar
bem la para frente
porque agora
so quero descansar
não deixar nada para de repente
simplesmente porque as vezes
so nos resta 'fazer hora'


Gustavo Ruzene Ramos

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Revelando a outra face

Esses dias...parei para reler todos meus poemas...
então percebi que variavam em dois vértices...
sensualidade e subjetivismo...
e para separar tudo isso...resolvi criar um pseudônimo...
Isto é um pouquinho de "Sara Ruzzene Ramos":
*mulher
*eternos 19 anos
*desprendida
*boemia
*vaidosa
*fogosa

o resto...com o tempo vocês descobrem...

"O repente do lobisomem

não tem bicho mais egoísta
dentre seus defeitos
é fácil fazer uma enorme lista
perdidos nos eleitos

tão simples entender uma mulher
não imagino como se convencer
de que fazendo (ALGUMA VEZ) o que ela quer
alguma vai te querer

Enquanto a gente bebe e pira
por varias horas a esmo,
por fim não compensa, acaba dando no mesmo,
porque o que sobra de homem,
vira...
vira vira lobisomem
vira vira...

Sara Ruzzene Ramos"

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Auto-limites

É incrível como
quando
onde
e porquê
se fecha num domo
e fechando
esconde
o que é você...


Gustavo Ruzzene Ramos

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Ceninha platonesca

Quanto drama você fez
ainda que eu te disse
que seria só uma vez
talvez se comigo você dormisse
mas com: castidade
arrogância e uma certa rispidez
me despertaram
uma vontade de fazer só por maldade
deixando a consciência e sensatez

Por fim, te depedram

Agora,
eu que nunca estive dentro,
mas somente olhando por fora,
me deleito
sem medo nem pudor
vendo o fim de seu amor
repousando com o crucifixo no peito.

Está aí, um lugar que nunca entro...

Gustavo Ruzzene Ramos